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Primeiros insights de 7 Anciões

O outro projeto em andamento e do qual vocês irão ouvir falar bastante é o dos 7 Anciões.

Diferente de Inocência, aqui trata-se de um universo do qual várias histórias podem ser contadas: desde pequenos contos, até sagas completas, passando por períodos antigos ou no tempo atual do mundo o qual é equivalente à transição da Idade Média para a Renascença, ou seja, algo entre o século XIV e XV.

“E o que torna esse mundo diferente dos demais já feitos?”, vocês podem se indagar.

Eu poderia citar várias coisas, como o fato de que uma das religiões dominantes no mundo é matriarcal, ou o fato que os povos indígenas aqui evoluíram tecnologicamente igual aos orientais e europeus e que desenvolveram navios de forma a navegar pelo mundo, ou simplesmente da cosmogonia do mundo a qual obviamente não entregarei ainda de mão beijada, da mesma forma que não entregarei o restante, deixando a cabo de você, leitor, descobrir.

É claro que aqueles elementos básicos de histórias de fantasia estarão lá, tais como amores impossíveis; cavaleiros honrados; reis justos; criaturas encantadas e princesas aprisionadas. Porém, o mundo de Dhaneria não é tão simples quanto possa parecer: amores concretizados podem terminar em tragédias e consequências irreparáveis para aqueles ao redor; cavaleiros poderão manchar-se em desonra pela simples e clara natureza humana; reis parecerão justos apenas para esconder uma política de intrigas e traição em prol de interesses próprios; as criaturas encantadas lá estarão, mas será sábio perturbá-las? Fadas não são tão boazinhas quanto parecem ser e finalmente a princesa aprisionada, pode muito bem tê-lo sido por algum acordo sujo e no fim talvez ela não seja nenhuma princesa.

Por ter forte influência da História da Humanidade (tema que me fascina), concebi Dhaneria como um reflexo desse nosso mundo verdadeiro, mas com as devidas pitadas de fantasia. Bem e mal são conceitos relativos e o mundo é completamente cinzento, podendo tender ao “claro” em algumas situações e lugares, bem como ao “escuro” em outros casos.

Portanto teremos histórias diversas não apenas centradas em uma Europa medieval, mas sim diversos contos, lendas, músicas e grandes histórias em todos os cantos do mundo, seja no extremo oeste no continente de Ibara, que é a terra do povo dos Gua´ri; em Lamaria, terra tanto dos Asturi quanto dos Kelds; Frikia a qual é a terra sulista dos Namu, ou o extremo norte, lar dos Askanni e finalmente o oriente médio, caracterizado pelo Grande Deserto de Tahaj, lar dos Beduns e o extremo leste, que é a terra dos Shua´i.

Enfim, meu mais profundo desejo é que vocês explorem esse mundo e sintam-se parte dele, assim como eu sinto. Com certa frequência farei postagens desse material, tanto com mídias já citadas acima, quanto com textos explicativos de forma a lhes conceituar melhor.

Afinal, esse mundo é tanto meu quanto de vocês.

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